Santa Catarina está se consolidando como referência nacional na implementação de escolas cívico-militares. Com previsão de alcançar 17 unidades até o fim de 2025, o estado demonstra compromisso com uma educação que valoriza disciplina, civismo, respeito e cooperação — pilares fundamentais para a formação de cidadãos conscientes e preparados para os desafios da vida.

Atualmente, 15 escolas já operam nesse modelo, e outras duas estão sendo integradas ainda neste ano:
- EEF Hugo Roepke, em Timbó (Médio Vale do Itajaí)
- EEB Inspetor Eurico Rauen, em Videira (Meio-Oeste)
Essa expansão é fruto do Programa Estadual das Escolas Cívico-Militares, instituído em dezembro de 2023, que promove uma gestão compartilhada entre equipe pedagógica e militares. O objetivo é claro: fortalecer o ambiente escolar com valores que transcendem o conteúdo acadêmico, formando jovens mais responsáveis, respeitosos e comprometidos com o bem coletivo.
Reconhecimento ao governador Jorginho Mello
O avanço das escolas cívico-militares em Santa Catarina não seria possível sem a liderança visionária do governador Jorginho Mello. Desde o início de sua gestão, Jorginho tem demonstrado compromisso com a qualidade da educação, investindo em infraestrutura, valorização dos profissionais e modelos inovadores de ensino.
Sua atuação firme e determinada na área educacional tem gerado resultados concretos, com escolas mais organizadas, alunos mais engajados e comunidades escolares mais satisfeitas. Ao apostar no modelo cívico-militar, o governador reafirma sua crença de que educação é a base para transformar o futuro — e que disciplina e valores são tão importantes quanto o conteúdo curricular.
Um modelo que inspira
As escolas cívico-militares de Santa Catarina têm sido elogiadas por pais, alunos e educadores. Os resultados já começam a aparecer: redução de indisciplina, aumento da frequência escolar e melhoria no desempenho acadêmico. Mais do que números, o que se vê é uma mudança de cultura — uma escola que ensina, forma e inspira.
Santa Catarina mostra que é possível unir tradição e inovação, autoridade e acolhimento, rigor e afeto. E tudo isso sob a condução de um governo que acredita na educação como ferramenta de transformação social.