
A ativista sueca Greta Thunberg está novamente no centro de uma controvérsia internacional, desta vez por alegações de maus-tratos durante sua detenção em Israel — acusações que o governo israelense classificou como uma “mentira descarada”. Greta foi detida após participar de uma flotilha que tentava furar o bloqueio à Faixa de Gaza, e desde então, surgiram denúncias sem provas de que ela teria sido empurrada e forçada a usar uma bandeira israelense.

🧾 Israel nega veementemente as acusações O Ministério das Relações Exteriores de Israel afirmou que todos os direitos legais dos detidos estão sendo plenamente respeitados e que Greta não apresentou nenhuma reclamação formal às autoridades. Segundo o comunicado oficial, as alegações são “absurdas e infundadas” e fazem parte de uma tentativa de manipulação midiática.