
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou em discurso no Conservative Political Action Conference (CPAC), nos Estados Unidos, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria atuando para proteger cartéis de drogas, impedindo que facções criminosas brasileiras sejam classificadas como organizações terroristas.

Principais declarações
- Local: CPAC, nos Estados Unidos.
- Data: sábado, 28 de março de 2026.
- Acusação: Flávio disse que o governo brasileiro “tem usado forte lobby com certos assessores dos EUA para impedir que os dois maiores cartéis de drogas do Brasil sejam classificados como organizações terroristas”.
- Facções citadas indiretamente: embora não tenha nomeado, os grupos mencionados seriam o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), principais organizações criminosas do país.
- Impacto internacional: segundo Flávio, essas facções “oprimem o povo, lavam dinheiro e exportam drogas e armas para os EUA e para o mundo”.
O governo dos EUA avalia classificar PCC e CV como organizações terroristas, o que poderia ampliar a cooperação internacional no combate ao crime organizado. Flávio afirmou que Lula estaria se opondo a essa medida, o que, segundo ele, favoreceria os cartéis. O senador também criticou a política externa brasileira, alegando que o país se afastou dos EUA e se alinhou a governos de esquerda, como Venezuela, Irã e Cuba.