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Ministros do STF foram questionados sobre palestras e despesas de viagens, mas muitos se recusaram a fornecer informações detalhadas. Flávio Dino e Luiz Fux não responderam, enquanto outros deram respostas evasivas, reforçando críticas sobre falta de transparência.

Pedidos de dados feitos com base na Lei de Acesso à Informação (LAI) solicitaram esclarecimentos sobre cachês recebidos em palestras e despesas pagas por organizadores (como hospedagem e passagens). Parte dos gabinetes respondeu sem apresentar valores ou detalhes; outros optaram por não se manifestar. O jornal O Globo foi responsável por encaminhar os questionamentos.
Respostas dos ministros
- Flávio Dino: não respondeu dentro do prazo e, posteriormente, afirmou que a LAI não se aplicaria a “atividades de natureza privada”.
- Luiz Fux: também não apresentou resposta.
- Kassio Nunes Marques: declarou que não existe obrigação legal de divulgar compromissos ou atividades desse tipo.
- Gilmar Mendes: disse apenas que segue normas éticas da magistratura e não aceita vantagens que comprometam sua independência, sem detalhar valores.
- Edson Fachin, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin: afirmaram não receber cachês e são conhecidos por divulgar regularmente suas agendas públicas.