
Documentos revelados pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro mostram que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, realizou pagamentos que somam R$ 750 mil ao empresário Kalil Bittar. O nome de Bittar aparece em investigações da Polícia Federal por suposto lobby no Ministério da Educação (MEC).
Os repasses foram identificados em meio à quebra de sigilo bancário autorizada pela CPMI. As transferências chamaram atenção dos parlamentares por envolverem um empresário já investigado em outros inquéritos relacionados a influência política e negócios com órgãos públicos.
- Kalil Bittar: apontado pela PF como suspeito de atuar em esquemas de lobby no MEC.
- Lulinha: filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já vinha sendo alvo de questionamentos sobre movimentações financeiras.
- CPMI do 8 de Janeiro: criada para investigar os atos golpistas, mas que ampliou seu escopo para apurar possíveis irregularidades financeiras ligadas a aliados e familiares de Lula.