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O Brasil encerrou 2025 com mais um episódio que reacende o debate sobre a polêmica “saidinha de Natal”. De acordo com dados divulgados, quase 2 mil presos não retornaram ao sistema prisional após receberem o benefício da saída temporária. O número expressivo reforça as críticas de especialistas e da sociedade sobre a fragilidade dessa política, que deveria servir para promover reintegração social, mas acaba se tornando uma porta aberta para a impunidade.

O que é a “saidinha”
- Prevista na Lei de Execução Penal, a saída temporária permite que presos do regime semiaberto deixem a prisão em datas específicas, como Natal, Páscoa e Dia das Mães.
- O objetivo declarado é aproximar os detentos de suas famílias e facilitar a reinserção social.
- Na prática, porém, o benefício tem sido marcado por altos índices de evasão, colocando em risco a segurança da população.