
A realização da COP30, marcada para 2025 em Belém (PA), tem gerado crescente preocupação entre autoridades internacionais. O chanceler alemão, em declaração recente, comparou a experiência no Brasil à Alemanha e afirmou ter ficado “feliz ao ir embora de Belém”, evidenciando o descontentamento europeu com a infraestrutura e a logística do evento.

Principais críticas
- Infraestrutura precária: delegações estrangeiras relataram dificuldades com hospedagem, transporte e espaços adequados para reuniões.
- Problemas de segurança: autoridades apontaram falhas nos protocolos de proteção, gerando insegurança para representantes internacionais.
- Organização deficiente: atrasos na preparação e falta de clareza sobre a logística do encontro foram destacados como sinais de improviso.
Repercussão internacional
- A declaração do chanceler alemão ecoou entre outras delegações europeias, que também demonstraram insatisfação com a forma como o Brasil tem conduzido os preparativos.
- O episódio reforça a percepção de que o país não está conseguindo atender às exigências de um evento de porte global, o que pode comprometer sua imagem internacional.
- Especialistas alertam que a COP30 deveria ser uma oportunidade para o Brasil se consolidar como líder na agenda ambiental, mas a má organização ameaça transformar o encontro em um constrangimento diplomático.
O descontentamento europeu aumenta a pressão sobre o governo brasileiro, que já havia sido cobrado pela ONU em relação às falhas de estrutura e segurança. A crítica pública de líderes estrangeiros evidencia que a COP30 corre o risco de ser marcada mais pelos problemas logísticos do que pelos avanços nas negociações climáticas.
A COP30, que deveria ser um marco para o Brasil na liderança ambiental, está sendo ofuscada por denúncias de péssima organização, gerando desconforto entre delegações europeias e colocando em xeque a credibilidade do país como anfitrião de um dos maiores eventos globais sobre clima.