
O Brasil subiu para a 14ª posição no ranking global do crime organizado, de acordo com o Índice Global de Crime Organizado 2023, elaborado pela Iniciativa Global contra o Crime Organizado Transnacional. O levantamento, que avaliou 193 países, revela um cenário alarmante: o país está entre os mais afetados por redes criminosas, superando nações historicamente marcadas por conflitos e instabilidade.

Crescimento do crime organizado expõe fragilidade do governo
A escalada do Brasil no ranking — subindo duas posições em relação à edição anterior — tem gerado duras críticas à gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, especialmente no que diz respeito à segurança pública e ao combate ao narcotráfico.
- Facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho expandiram sua atuação, inclusive internacionalmente, consolidando rotas de tráfico de drogas e armas.
- O relatório aponta que a presença do Estado em áreas dominadas por grupos criminosos é frágil ou inexistente, o que favorece a impunidade e o domínio paralelo.
- Críticos do governo afirmam que a atual administração tem priorizado pautas ideológicas e negligenciado o avanço do crime organizado, especialmente nas fronteiras e nos presídios.
Falta de estratégia e discurso leniente
Especialistas em segurança pública e parlamentares da oposição denunciam que o governo Lula tem adotado uma postura leniente diante da criminalidade, com discursos que minimizam a gravidade da situação e políticas que enfraquecem as forças de segurança.
- A ausência de um plano nacional robusto de combate ao crime organizado é vista como um dos principais fatores para o avanço das facções.
- A desarticulação de operações integradas entre forças federais e estaduais também tem sido apontada como um retrocesso em relação a gestões anteriores.
Consequências para a população
O crescimento do crime organizado impacta diretamente a vida dos brasileiros:
- Aumento da violência urbana, com recordes de homicídios em determinadas regiões.
- Expansão do tráfico de drogas e armas, inclusive em áreas antes consideradas seguras.
- Infiltração do crime em setores legais da economia, como transporte, construção civil e comércio.
A ascensão do Brasil no ranking global do crime organizado é um alerta grave. Para muitos, ela simboliza o fracasso de políticas públicas que deveriam proteger o cidadão e garantir a soberania do Estado sobre o território nacional.