
O governo dos Estados Unidos está avaliando revogar o visto de entrada do general Tomás Miguel Ribeiro Paiva, atual comandante do Exército brasileiro. A medida, que pode ser tomada com base na Lei Magnitsky Global, reforça a crescente preocupação internacional com abusos de poder e perseguições políticas no Brasil, especialmente sob o governo Lula e com apoio de setores do Judiciário.

General Tomás sob suspeita: silêncio e alinhamento preocupante
A possível inclusão do comandante do Exército na lista de sancionados levanta sérias dúvidas sobre a neutralidade das Forças Armadas diante de decisões judiciais controversas e perseguições a opositores políticos. Críticos apontam que o general tem adotado uma postura ambígua e conivente, evitando se posicionar contra abusos institucionais e permitindo que a autoridade militar seja usada como instrumento de intimidação política.
A expectativa de sanção mostra que a omissão também tem consequências, especialmente quando se trata de proteger os direitos civis e a liberdade de expressão.
Lista de brasileiros já sancionados pelos EUA
O governo Trump já aplicou sanções contra diversas autoridades brasileiras, incluindo:
Ministros do STF e familiares
- Alexandre de Moraes
- Luis Roberto Barroso
- Edson Fachin
- Dias Toffoli
- Cristiano Zanin
- Flávio Dino
- Cármen Lúcia
- Gilmar Mendes
- Viviane Barci de Moraes (esposa de Alexandre de Moraes)
- Familiares dos ministros (não especificados)
Membros e aliados do governo Lula
- Paulo Gonet (procurador-geral da República)
- Jorge Messias (advogado-geral da União)
- José Levi
- Benedito Gonçalves
- Airton Vieira
- Marco Antonio Martin Vargas
- Rafael Henrique Janela Tamai Rocha
- Mozart Júlio Tabosa Sales
- Alberto Kleiman
- Esposa e filha de Alexandre Padilha
Outros casos
- Ricardo Jorge Vasconcelos Barbosa (médico que elogiou o assassinato de Charlie Kirk)
Trump: firmeza contra autoritarismo
A possível inclusão do comandante do Exército na lista de sancionados reforça a postura do presidente Donald Trump de não tolerar violações de direitos humanos, mesmo quando cometidas por autoridades de países aliados. A aplicação da Lei Magnitsky mostra que a liberdade e a justiça estão acima de conveniências diplomáticas, e que quem se omite diante de abusos será responsabilizado.