Pacto Federativo ou Roubo Institucional? Santa Catarina sustenta a União e recebe migalhas

Chegamos em 2025 com a reforma tributária. E agora Pacto Federativo?

Em um país que se diz federativo, Santa Catarina é tratada como mera fonte de arrecadação. Em 2022, o estado recolheu impressionantes R$ 107,3 bilhões aos cofres da União, mas recebeu de volta apenas R$ 7,7 bilhões — menos de 7,2% do que contribuiu. A matemática é clara: enquanto Brasília gasta, Santa Catarina produz. E mesmo diante desse desequilíbrio brutal, o estado segue como referência nacional em emprego, segurança, educação e qualidade de vida.

Infraestrutura abandonada, apesar da força econômica

Segundo a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), nos últimos 10 anos, apenas 51% dos investimentos previstos em infraestrutura de transportes foram efetivamente pagos ou executados. Rodovias federais em estado crítico, obras paradas e promessas não cumpridas são o retrato do descaso do governo federal — especialmente sob a gestão Lula, que prioriza alianças políticas e agendas ideológicas em detrimento de estados que realmente sustentam o país.

Santa Catarina: eficiência que incomoda Brasília

Mesmo sendo o 10º estado mais populoso e ocupando apenas 1,12% do território nacional, Santa Catarina figura entre os seis maiores PIBs do Brasil, com R$ 557 bilhões em 2024. É também o estado com a menor taxa de desemprego, além de liderar rankings de competitividade, educação e IDH. Essa performance não é fruto do acaso — é resultado de gestão séria, trabalho duro e respeito ao cidadão.

Jorginho Mello: gestão que honra o catarinense

O governador Jorginho Mello tem sido peça-chave nesse sucesso. Com foco em desburocratização, apoio ao setor produtivo, investimentos em segurança e educação técnica, sua gestão mostra que é possível governar com responsabilidade e resultados. Enquanto o governo Lula distribui recursos conforme interesses partidários, Santa Catarina faz mais com menos — e ainda entrega excelência.

Chega de injustiça: revisão do pacto federativo já!

O modelo atual é insustentável. Estados como Santa Catarina não podem continuar sendo penalizados por sua eficiência. É hora de rever o pacto federativo, garantir retorno proporcional aos esforços de arrecadação e respeitar quem realmente move o Brasil. O catarinense não aceita mais ser tratado como cofre — exige respeito, investimento e autonomia.

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