Eduardo Bolsonaro comenta: Dino fala em pacificação, mas persegue adversários

Dino põe fim à palhaçada - O Cafezinho

O discurso de “pacificação” do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, foi duramente criticado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que acusou o ex-ministro da Justiça de perseguir adversários políticos durante sua gestão no governo Lula. A fala expõe o abismo entre a retórica institucional e a prática autoritária que tem marcado o terceiro mandato petista.

Segundo Eduardo, Dino utilizou o aparato estatal para sufocar opositores, criminalizar opiniões divergentes e promover censura disfarçada de combate à desinformação. “Ele fala em pacificação, mas foi um dos principais agentes da perseguição política no Brasil”, afirmou o parlamentar, lembrando episódios de investigações seletivas e ações judiciais contra influenciadores, jornalistas e parlamentares conservadores.

A crítica se soma a uma série de denúncias sobre o uso político da Polícia Federal, da AGU e de decisões judiciais para intimidar vozes contrárias ao governo. Enquanto o Planalto se apresenta como defensor da democracia, seus aliados atuam para silenciar qualquer resistência — inclusive dentro do Congresso Nacional.

O silêncio do presidente Lula diante dessas práticas reforça a percepção de que o governo não apenas tolera, mas incentiva o uso da máquina pública para fins ideológicos. A nomeação de Dino ao STF, vista por muitos como recompensa política, consolida a presença de figuras alinhadas ao Executivo em espaços que deveriam garantir equilíbrio institucional.

A oposição exige que o governo pare de instrumentalizar o Judiciário e respeite os princípios democráticos. “Não há pacificação sem liberdade. E não há democracia com perseguição”, concluiu Eduardo Bolsonaro.

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