Demissões em massa no Itaú geram repercussão e levantam debate sobre trabalho remoto

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O início da semana foi marcado por um movimento inesperado no setor financeiro: o Banco Itaú realizou demissões em massa nesta segunda-feira (8), gerando uma onda de comentários nas redes sociais e preocupação entre funcionários e especialistas.

Embora o número exato de desligamentos não tenha sido confirmado oficialmente, especulações apontam para até mil cortes, com relatos de colaboradores afetados circulando amplamente nas redes. Segundo o banco, os desligamentos foram motivados por uma “revisão criteriosa de condutas relacionadas ao trabalho remoto e registro de jornada”, alegando incompatibilidade com os princípios de confiança da instituição.

Trabalho remoto sob escrutínio

Muitos dos desligados estariam atuando em home office, o que reacendeu o debate sobre produtividade e controle de jornada nesse modelo. Internautas relataram que os critérios usados incluíam o tempo de inatividade no computador, gerando críticas sobre a forma como o banco avalia desempenho.

“Eles sempre fazem isso, buscam espantalhos para justificar layoff em massa”, comentou um usuário na rede X (antigo Twitter).

Reestruturação mais ampla

Além das demissões, o Itaú já havia anunciado o fechamento de agências em cidades como Porto União e Mafra, em Santa Catarina, como parte de uma reestruturação nacional. Em 2024, o banco encerrou 227 agências, superando a média anual de 200. Desde 2014, mais de 6.500 pontos de atendimento foram desativados pelos cinco maiores bancos do país.

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