
Um empresário conhecido como “rei dos empréstimos” movimentou mais de R$ 2 bilhões com 334 empresas fantasmas, recrutando laranjas até entre moradores de rua. O esquema envolvia falsificação de documentos, suborno a gerentes de bancos públicos e privados, e lavagem de dinheiro — tudo isso operando por mais de duas décadas.
E onde estava o Estado? Onde estava o controle? Onde estava o governo Lula?
Sob um governo que se diz comprometido com a justiça social, o que vemos é:
- Falta de fiscalização nos registros empresariais.
- Falhas gritantes nos sistemas bancários e contábeis.
- Ausência de políticas eficazes contra fraudes estruturadas.
Enquanto o governo aumenta impostos sobre quem trabalha e produz, criminosos como Jobson Antunes Ferreira constroem impérios paralelos com a conivência da burocracia e a cegueira institucional.
O resultado? Mais desconfiança, mais impunidade, e um país onde o crime organizado parece ter mais liberdade que o empreendedor honesto.