
O Brasil vive um êxodo silencioso, mas alarmante: segundo dados recentes, a saída de milionários do país cresceu 50% em apenas um ano.
Em 2022, cerca de 8 mil brasileiros com alto poder aquisitivo deixaram o território nacional, colocando o Brasil como o segundo país com maior evasão de milionários no mundo — atrás apenas da Rússia. Esse fenômeno não é apenas uma estatística; é um sintoma de um ambiente econômico e político cada vez mais hostil à geração de riqueza.
Sob o governo Lula, o aumento da carga tributária federal tem sido uma constante. Medidas como a reoneração da folha de pagamento, a taxação de fundos exclusivos e offshores, e a proposta de tributação de grandes fortunas são vistas por muitos como uma perseguição à classe produtiva. Em vez de estimular o investimento, o empreendedorismo e a permanência de capital no país, o governo parece optar por uma política de arrecadação agressiva, que sufoca quem gera empregos e movimenta a economia.
Consequências visíveis:
- Empresários e investidores buscam refúgio em países com maior segurança jurídica e menor carga tributária.
- A saída de capital humano e financeiro enfraquece a capacidade de inovação e crescimento do Brasil.
- A percepção de instabilidade afasta investimentos estrangeiros e compromete a competitividade nacional.
Ao invés de criar um ambiente favorável ao desenvolvimento, o governo Lula parece insistir em uma narrativa de antagonismo entre Estado e iniciativa privada. A consequência? Um país que afasta seus talentos, penaliza seus empreendedores e vê sua base de arrecadação se esvair — ironicamente, por meio das próprias políticas que pretendem fortalecê-la.
Se o Brasil quiser reverter esse quadro, será preciso mais do que discursos ideológicos. Será necessário coragem para reformar, desburocratizar e valorizar quem escolhe ficar e construir aqui.