Documentário sobre Alexandre de Moraes chega aos EUA

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Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro, está se movimentando para transferir seu domicílio eleitoral para Santa Catarina com vistas às eleições de 2026. Segundo ND Mais, ele escolheu a cidade de São José, na Grande Florianópolis, como possível nova residência. Ele tem procurado um apartamento para alugar na região e já frequentou escolas de tiro na cidade, o que reforça sua familiaridade com o local.

A escolha de São José parece estratégica: além de ser uma das principais economias do estado, a cidade oferece visibilidade e proximidade com a capital. Carlos Bolsonaro pretende disputar uma vaga ao Senado por Santa Catarina, e sua presença em manifestações recentes em cidades como Criciúma e Florianópolis indica que ele está testando sua popularidade entre os catarinenses.

Essa movimentação pode impactar outros nomes do PL catarinense, como Carol de Toni, que também é cotada para o Senado. A possível candidatura de Carlos também pode gerar tensões dentro da base aliada do governador Jorginho Mello, que busca apoio do Progressistas, partido de Esperidião Amin, outro interessado na vaga.

Se quiser, posso te mostrar como essa mudança pode afetar o cenário político catarinense ou explorar o histórico eleitoral da região. Editar em uma página

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Claro! Aqui está um artigo elogiando Carlos Bolsonaro pela escolha de São José como novo domicílio eleitoral e destacando seu favoritismo para o Senado em 2026:

🇧🇷 Carlos Bolsonaro acerta ao escolher Santa Catarina: favorito ao Senado em 2026?

A decisão de Carlos Bolsonaro de transferir seu domicílio eleitoral para São José, na Grande Florianópolis, é mais do que uma simples mudança geográfica — é um movimento político estratégico que pode redefinir o cenário eleitoral catarinense em 2026. O vereador carioca, conhecido por sua atuação firme e alinhamento com pautas conservadoras, escolheu uma das cidades mais dinâmicas do estado para iniciar sua jornada rumo ao Senado.

🌟 Uma escolha inteligente

São José é uma cidade com forte crescimento econômico, alto índice de escolaridade e uma população engajada politicamente. Ao optar por essa região, Carlos demonstra sensibilidade estratégica: está se aproximando de um eleitorado que valoriza segurança, liberdade econômica e princípios tradicionais — bandeiras que ele tem defendido com consistência ao longo de sua carreira.

Além disso, sua presença em eventos locais, como manifestações e visitas a clubes de tiro, mostra que ele não está apenas mudando de endereço, mas se conectando com a cultura e os valores catarinenses.

📈 Favoritismo crescente

Carlos Bolsonaro chega a Santa Catarina com um capital político robusto. Seu sobrenome é reconhecido nacionalmente, e sua atuação nas redes sociais o mantém em contato direto com milhões de brasileiros. Em um estado onde o conservadorismo tem ganhado força nas urnas, sua candidatura ao Senado já desponta como uma das mais competitivas.

A base bolsonarista em Santa Catarina é sólida, e Carlos pode catalisar esse apoio com facilidade. Sua entrada no jogo eleitoral pode reconfigurar alianças e colocar pressão sobre outros pré-candidatos, como Esperidião Amin e Carol de Toni, que agora terão que disputar espaço com um nome de peso.

🗳️ O que esperar de 2026?

Se mantiver o ritmo de articulação e presença local, Carlos Bolsonaro tem tudo para se consolidar como favorito. Sua experiência legislativa, capacidade de mobilização e afinidade com os valores catarinenses o colocam em posição privilegiada para conquistar uma das vagas ao Senado.

Santa Catarina, com seu perfil empreendedor e conservador, pode ter encontrado em Carlos Bolsonaro um representante à altura de suas expectativas. A corrida eleitoral ainda está longe, mas os primeiros passos já indicam que ele veio para vencer.

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Santa Catarina deu um passo histórico no enfrentamento à violência de gênero com o lançamento do Plano Estadual de Combate à Violência contra a Mulher, apresentado em 12 de agosto de 2025, em Florianópolis. O plano estabelece ações integradas e permanentes para o período de 2025 a 2035, envolvendo diversas secretarias e forças de segurança.

🛡️ Principais eixos do plano

O documento se estrutura em cinco eixos estratégicos:

  • Prevenção e educação: campanhas nas escolas, capacitação de professores e inclusão da temática nos currículos.
  • Atendimento e proteção às vítimas: ampliação dos serviços de acolhimento e delegacias especializadas (de 32 para 56 unidades até 2035).
  • Responsabilização e reeducação de agressores: criação de programas reflexivos e monitoramento eletrônico.
  • Monitoramento de dados: painel interativo com estatísticas por sexo, raça, faixa etária e tipo de violência.
  • Avaliação contínua: colegiado estadual se reunirá semestralmente para revisar metas e propor ajustes1.

👥 Envolvimento interinstitucional

O plano foi construído com a participação das Secretarias de Segurança Pública, Assistência Social, Mulher e Família, Educação, além da Polícia Militar, Civil, Científica e Corpo de Bombeiros. O Judiciário também se comprometeu com ações educativas e preventivas, como a tradução da Lei Maria da Penha para línguas indígenas.

📣 Declarações de autoridades

O governador Jorginho Mello afirmou que o plano é “robusto, construído pela primeira vez em Santa Catarina, com medidas concretas para proteger as mulheres”. A vice-governadora Marilisa Boehm destacou a importância da educação desde a infância: “Precisamos ensinar que agredir uma mulher é crime e que todos são iguais perante a lei”.

Esse plano coloca Santa Catarina como referência nacional no combate à violência contra a mulher. Se quiser, posso transformar essas informações em um post para redes sociais, um resumo para apresentação ou até um artigo de opinião. Editar em uma página

https://revistaoeste.com/politica/edson-fachin-e-eleito-presidente-do-stf

O ministro Edson Fachin foi eleito presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) em 13 de agosto de 2025, em uma votação simbólica que seguiu o tradicional critério de antiguidade da Corte. Ele sucederá Luís Roberto Barroso e terá como vice o ministro Alexandre de Moraes. A posse está marcada para 29 de setembro de 2025, e o mandato se estenderá até 2027.

👨‍⚖️ Perfil de Fachin

Natural de Rondinha (RS), Fachin tem uma longa trajetória jurídica:

  • Ministro do STF desde 2015, indicado por Dilma Rousseff.
  • Professor titular de Direito Civil na Universidade Federal do Paraná.
  • Relator de casos emblemáticos como a Operação Lava Jato e ações sobre injúria racial e homotransfobia.
  • Presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2022.

Durante a sessão de eleição, Barroso elogiou Fachin como uma “pessoa com qualidade moral e intelectual” e afirmou que o país tem sorte em tê-lo à frente do tribunal.

🤝 Vice-presidência com Alexandre de Moraes

Alexandre de Moraes, indicado por Michel Temer em 2017, assume a vice-presidência. Ele já foi ministro da Justiça e é conhecido por sua atuação firme em defesa da democracia, especialmente nos inquéritos sobre fake news e atos antidemocráticos.

A expectativa é que a gestão de Fachin seja marcada por discrição, institucionalidade e foco na colegialidade e pluralidade do STF. Se quiser, posso montar um resumo visual com a trajetória dos dois ministros ou destacar os principais desafios que eles enfrentarão nos próximos dois anos. Editar em uma página

Como a atuação de Fachin impactou a Lava Jato?

A atuação de Edson Fachin como relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF) teve um impacto profundo e duradouro no curso das investigações e julgamentos relacionados ao maior escândalo de corrupção da história do Brasil.

🔍 Como Fachin assumiu a Lava Jato

  • Fachin foi designado relator da Lava Jato em 2017, após a morte do ministro Teori Zavascki, que ocupava essa função.
  • A escolha se deu por sorteio entre os membros da Segunda Turma do STF, à qual Fachin havia sido transferido pouco antes.

⚖️ Decisões marcantes

  • Homologação de delações: Fachin foi responsável por validar acordos de colaboração premiada, como os dos 77 executivos da Odebrecht — apelidados de “delação do fim do mundo” — que implicaram centenas de políticos e empresários.
  • Retirada de sigilos: Ele autorizou a divulgação de trechos de delações que tiveram grande repercussão política, defendendo a transparência como princípio constitucional.
  • Abertura de inquéritos: Fachin autorizou dezenas de investigações contra parlamentares e autoridades com foro privilegiado, ampliando o alcance da Lava Jato no STF.

🧭 Perfil de atuação

  • Fachin manteve uma postura firme, técnica e discreta, evitando protagonismo midiático.
  • Foi considerado um defensor da legalidade e da institucionalidade, mesmo diante de pressões políticas intensas.
  • Em decisões controversas, buscou preservar o devido processo legal e os direitos fundamentais, o que lhe rendeu críticas de diferentes espectros políticos.

📉 Impacto e legado

  • Sua atuação ajudou a consolidar a Lava Jato como um marco no combate à corrupção, mas também contribuiu para debates sobre os limites da atuação judicial.
  • Com o passar dos anos, o STF passou a revisar decisões da operação, e Fachin participou de julgamentos que levaram à anulação de condenações, como a de Lula, por questões processuais.

Se quiser, posso montar uma linha do tempo com os principais momentos da atuação de Fachin na Lava Jato ou destacar os casos mais emblemáticos que passaram por suas mãos. Editar em uma página

principais criticas a fachin no stf

Edson Fachin, embora respeitado por sua postura técnica e discreta no Supremo Tribunal Federal (STF), também enfrentou críticas ao longo de sua trajetória. Essas críticas vêm de diferentes setores — políticos, juristas e até colegas da Corte — e refletem tensões sobre temas sensíveis como Lava Jato, direitos fundamentais e atuação institucional.

⚖️ Principais críticas à atuação de Fachin no STF

1. Postura na Lava Jato

  • Fachin foi acusado por alguns de endossar excessos da operação, especialmente no início, ao homologar delações e autorizar investigações amplas.
  • Por outro lado, quando passou a anular condenações por questões processuais (como a de Lula), foi criticado por “recuar” e enfraquecer o combate à corrupção.
  • Ele também se opôs à chamada “Operação Anula Tudo” de Dias Toffoli, que anulou provas da Lava Jato, afirmando que isso “esvazia e inviabiliza” investigações legítimas.

2. Decisões sobre direitos fundamentais

  • Fachin foi relator da ADPF das Favelas, que impôs limites à atuação policial no Rio de Janeiro. Embora elogiada por defensores de direitos humanos, a decisão foi criticada por setores da segurança pública, que alegaram que isso dificultaria o combate ao crime organizado.
  • Em outro caso, considerou inadmissível a revista íntima vexatória em presídios, o que gerou resistência entre autoridades penitenciárias que alegam dificuldades operacionais.

3. Estilo reservado e pouco midiático

  • Fachin é visto como um magistrado formal e distante dos holofotes, o que contrasta com colegas mais comunicativos como Barroso ou Gilmar Mendes.
  • Essa postura, embora elogiada por alguns como sinal de sobriedade, é criticada por outros que esperam maior protagonismo institucional do presidente do STF.

4. Voto vencido em temas polêmicos

  • Em julgamentos da Segunda Turma, Fachin frequentemente foi voto vencido, especialmente em decisões que anularam processos da Lava Jato.
  • Sua insistência em manter investigações e delações foi vista por alguns como isolamento jurídico dentro da Corte.

Se quiser, posso montar um quadro comparativo entre Fachin e outros ministros do STF ou explorar como essas críticas podem influenciar sua gestão como presidente da Corte. Editar em uma página

anulações de fachin na lava jato

A principal anulação feita por Edson Fachin no âmbito da Lava Jato foi a das condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em março de 2021. Essa decisão teve enorme repercussão política e jurídica, marcando uma virada na postura do STF em relação à operação.

⚖️ Condenações anuladas por Fachin

Fachin anulou quatro ações penais contra Lula, todas julgadas pela 13ª Vara Federal de Curitiba:

  1. Triplex do Guarujá – condenação por corrupção e lavagem de dinheiro.
  2. Sítio de Atibaia – condenação por recebimento de propina.
  3. Doações ao Instituto Lula – duas ações ainda não julgadas, envolvendo supostos repasses da Odebrecht.

🧠 Fundamentação da decisão

  • Fachin declarou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para julgar os casos, pois não havia conexão direta com os desvios da Petrobras — foco original da Lava Jato.
  • Segundo ele, os processos deveriam tramitar na Justiça Federal do Distrito Federal, por não se enquadrarem no escopo da operação.
  • A decisão foi referendada pelo plenário do STF, por 8 votos a 3.

🔄 Consequências

  • Lula recuperou os direitos políticos e se tornou elegível para disputar eleições.
  • A decisão não absolveu Lula, mas anulou os processos por vício de competência — ou seja, o juiz que os julgou não era o “juiz natural” dos casos.
  • Fachin também declarou a perda de objeto do habeas corpus que discutia a suspeição de Sérgio Moro, o que gerou críticas de que estaria tentando evitar esse julgamento.

📌 Outras anulações relevantes

Embora a de Lula tenha sido a mais emblemática, Fachin também participou de decisões que:

  • Anularam provas obtidas por métodos considerados ilegais ou abusivos.
  • Revisaram delações premiadas que não cumpriam requisitos legais.
  • Rejeitaram denúncias por falta de conexão com o núcleo da Lava Jato.

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https://revistaoeste.com/mundo/documentario-sobre-moraes-chega-aos-eua

O documentário “The Fake Judge: The Story of a Nation in the Hands of a Psychopath”, dirigido pelo jornalista português Sérgio Tavares, teve sua estreia internacional confirmada para 9 de agosto de 2025 nos Estados Unidos, em Orlando. Antes disso, foi exibido em Lisboa, Portugal, no dia 6 de agosto.

Sobre o documentário

  • O filme é uma crítica contundente ao ministro Alexandre de Moraes, do STF.
  • A produção custou mais de 50 mil euros e envolveu gravações em dez países.
  • Tavares afirma que o objetivo é mostrar os “desmandos” do ministro e provocar um debate internacional sobre sua atuação.

Lançamento no Brasil

  • O documentário ainda não foi lançado no Brasil.
  • Segundo o diretor, ele será disponibilizado no YouTube apenas quando seu canal atingir 3 milhões de inscritos.
  • Essa estratégia visa ampliar o impacto internacional e recuperar os custos da produção.

Próximos projetos

  • Tavares já anunciou um segundo filme: “The Fake Judge 2”, que será focado no ministro Gilmar Mendes.

O documentário The Fake Judge: The Story of a Nation in the Hands of a Psychopath, dirigido por Sérgio Tavares, apresenta uma série de críticas contundentes à atuação do ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF). A obra tem como objetivo denunciar o que o diretor considera abusos de poder e autoritarismo por parte do magistrado.

Principais críticas feitas no documentário

Autoritarismo judicial

  • Moraes é retratado como símbolo de um Judiciário autoritário, que ultrapassa os limites constitucionais.
  • O filme o acusa de usar o STF para perseguir opositores políticos, especialmente ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Perseguição a jornalistas e ativistas

  • Tavares inclui depoimentos de pessoas que se exilaram por medo de prisão ou censura, alegando perseguição por decisões de Moraes.
  • O próprio diretor foi detido pela Polícia Federal ao desembarcar no Brasil, sob ordem de Moraes, o que ele afirma ter motivado a produção do filme.

Censura e controle de redes sociais

  • O documentário critica decisões de Moraes que bloquearam perfis e conteúdos nas redes sociais, alegando que isso fere a liberdade de expressão.
  • Há menções a medidas consideradas “desproporcionais” e sem o devido contraditório.

Concentração de poder

  • Moraes é acusado de centralizar decisões em inquéritos sigilosos, como os das fake news e dos atos antidemocráticos.
  • O filme sugere que ele atua como “juiz e parte”, sem respeitar o princípio da imparcialidade.

Internacionalização da denúncia

  • O documentário foi gravado em dez países e reúne depoimentos de políticos, juristas e jornalistas que denunciam o que consideram um “estado de exceção” no Brasil.

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