/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2025/W/m/zz3wkjQ8ipwKSfAEy3Sg/columbia-activist-arrest.jpg)
A juíza norte-americana Jamee Comans determinou a deportação de Mahmoud Khalil, ex-aluno da Universidade de Columbia e figura central nos protestos pró-Palestina nos campi universitários dos Estados Unidos. A decisão judicial aponta irregularidades no pedido de residência permanente de Khalil, que é casado com uma cidadã americana e pai de uma criança nascida nos EUA.

A ordem judicial, datada de 12 de setembro, estabelece que Khalil seja deportado para a Argélia ou, alternativamente, para a Síria, país onde nasceu. A juíza afirmou que houve distorção intencional de fatos relevantes no processo migratório, incluindo omissões sobre vínculos com organizações como a UNRWA (agência da ONU para refugiados palestinos) e o movimento BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções contra Israel).
Khalil responde
Em comunicado à ACLU (União Americana pelas Liberdades Civis), Khalil declarou:
“Não é nenhuma surpresa que o governo Trump continue a retaliar contra mim por exercer meu direito à liberdade de expressão.”