Pesquisa Futura/Apex: Lula é desaprovado por 51,8% e aprovado por 44,9%

Futura/Apex: Lula é desaprovado por 52,8%; aprovação é de 40,9% | CNN Brasil

Levantamento divulgado nesta segunda-feira aponta que 45,7% dos brasileiros avaliam o governo como “ruim” ou “péssimo”; Flávio Bolsonaro lidera segundo turno com 46,9% contra 44,4% de Lula; registro no TSE confirma validade eleitoral da pesquisa


Levantamento da Futura/Apex divulgado nesta segunda-feira, 11 de maio de 2026, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é desaprovado por 51,8% da população, enquanto 44,9% aprovam sua gestão.


A avaliação do governo: mais “ruim” e “péssimo” do que “ótimo” e “bom”

Em relação à avaliação do desempenho de Lula, 45,7% dos entrevistados consideram o governo “ruim” ou “péssimo”, 15,6% “regular” e 37,5% “ótimo” ou “bom”.

O dado revela uma situação política delicada para o Planalto: a soma dos que avaliam negativamente o governo supera em quase oito pontos percentuais os que o avaliam positivamente. O percentual de “regular” — que historicamente representa um eleitor em aberto, ainda passível de conquista — ficou em 15,6%, um grupo que tanto o governo quanto a oposição disputarão com intensidade nos próximos meses.


Flávio à frente no segundo turno

Além dos números de aprovação de Lula, a pesquisa traz outro dado de grande relevância eleitoral. Segundo levantamento anterior da mesma Futura/Apex, Flávio Bolsonaro tem 46,9% contra 44,4% de Lula no segundo turno. A diferença de 2,5 pontos percentuais está dentro da margem de erro de 2,2 pontos, configurando empate técnico, mas com o pré-candidato do PL numericamente à frente.


A rejeição: Lula com 47,4% e Flávio com 43,8%

Lula é rejeitado por 47,4% dos eleitores e Flávio por 43,8%, segundo pesquisa. O dado de rejeição é estratégico: em eleições polarizadas, o candidato com menor rejeição tem mais facilidade de conquistar o eleitor de centro e os indecisos no segundo turno.


A metodologia

O levantamento foi realizado pela Futura/Apex de 4 a 8 de maio de 2026. Foram entrevistadas 2.000 pessoas com 16 anos ou mais no Brasil. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE sob o código BR-03678/2026 e custou R$ 160 mil.

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