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Uma denúncia encaminhada pelo Banco Central ao Ministério Público Federal (MPF) revelou que quatro fundos já investigados por ligação com o crime organizado participaram de operações fraudulentas ligadas ao Banco Master. Segundo o documento, essas entidades integravam uma cadeia de transações artificiais que tinham como objetivo inflar ativos e permitir que recursos retornassem ao controle de Daniel Vorcaro, proprietário do banco.

Em novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, alegando que a instituição não tinha condições de honrar seus compromissos financeiros. A decisão foi confirmada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), cujo presidente, Vital do Rêgo Filho, afirmou que o BC agiu corretamente ao determinar a liquidação. A Polícia Federal também abriu investigações sobre pagamentos milionários a influenciadores digitais, supostamente para desacreditar a atuação do Banco Central durante o processo.
Os quatro fundos citados já estavam sob investigação por relações com organizações criminosas. No esquema, eles teriam sido usados para movimentar recursos de forma irregular, mascarando operações e criando uma aparência de solidez financeira. Essa prática permitia que ativos fossem inflados artificialmente, beneficiando diretamente o dono do banco.