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A Polícia Federal revelou nesta quinta-feira (13) novos detalhes da Operação Sem Desconto, que investiga um amplo esquema de corrupção envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). De acordo com as apurações, o ex-presidente da autarquia recebia propina mensal de R$ 250 mil para favorecer entidades ligadas ao pagamento de pensões e benefícios.

Como funcionava o esquema
- O ex-dirigente do INSS teria atuado para direcionar contratos e decisões administrativas em benefício de grupos específicos.
- Em troca, recebia pagamentos regulares, configurando um fluxo contínuo de corrupção dentro da estrutura da previdência.
- As entidades investigadas buscavam vantagens indevidas em processos relacionados à concessão e manutenção de pensões, prejudicando a lisura do sistema.
Impacto e abrangência
- A investigação aponta que o esquema não se limitava a um episódio isolado, mas sim a uma rede organizada de desvios.
- Os valores pagos mensalmente indicam a dimensão do prejuízo aos cofres públicos, além de comprometer a confiança da população no INSS.
- A operação desta semana incluiu mandados de prisão e busca em diferentes estados, ampliando o alcance das apurações.