Ex-presidente do INSS recebia R$ 250 mil mensais em esquema de desvios de pensões, aponta investigação da PF

VÍDEOS: Jornal do Acre 2ª Edição desta terça-feira, 8 de julho de 2025 |  Acre | G1

A Polícia Federal revelou nesta quinta-feira (13) novos detalhes da Operação Sem Desconto, que investiga um amplo esquema de corrupção envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). De acordo com as apurações, o ex-presidente da autarquia recebia propina mensal de R$ 250 mil para favorecer entidades ligadas ao pagamento de pensões e benefícios.

Como funcionava o esquema

  • O ex-dirigente do INSS teria atuado para direcionar contratos e decisões administrativas em benefício de grupos específicos.
  • Em troca, recebia pagamentos regulares, configurando um fluxo contínuo de corrupção dentro da estrutura da previdência.
  • As entidades investigadas buscavam vantagens indevidas em processos relacionados à concessão e manutenção de pensões, prejudicando a lisura do sistema.

Impacto e abrangência

  • A investigação aponta que o esquema não se limitava a um episódio isolado, mas sim a uma rede organizada de desvios.
  • Os valores pagos mensalmente indicam a dimensão do prejuízo aos cofres públicos, além de comprometer a confiança da população no INSS.
  • A operação desta semana incluiu mandados de prisão e busca em diferentes estados, ampliando o alcance das apurações.

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